As embarcações explodiam canhões para cada lado! Logo, porém, um dos navios fraquejava e o outro conseguia se aproximar, com piratas invadindo o convés alheio. Logo não havia mais como escapar do ataque. Era festa dos bandidos marítimos! Alegria maligna, mas alegria.

Rodrigo despertava levemente. Sem saber bem o que fazer. Decidiu (ainda que não tenha exatamente pensado a respeito), pela inércia, voltar a dormir. Lá se foram mais cerca de 4 horas de sono.

A Resistência cantava em suas naves espaciais que singravam a órbita do planeta. A civilização parecia perdida, com o avanço da tomada cibernética local. Mas alguns poucos e destemidos agentes chegavam e conseguiam passar pelo sistema anti aéreo e seus sensores, ao menos por tempo suficiente para que um tenente especialista entrasse e detonasse um sistema essencial dos robôs. Não sem baixas de seus companheiros…

Levantou-se e foi lavar o rosto, escovou os dentes, tomou um lanche e café na padaria. Seguiu para a academia, mais um sucesso da semana. Depois de trabalhar peito e tríceps, conseguiu ir trabalhar algumas horas no projeto de seu novo velho livro. A editora estava esperando, praticamente desistindo de seu trabalho. Mas foi a tempo para o prazo do novo ano que enviou mais um trecho que deixou seu supervisor satisfeito.

(Imagem: “quarto pirata”, do designer Steve Kuhl; ver mais fotos aqui.)

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